3 de janeiro de 2019

Quem jogou lembra: a atmosfera de GTA Vice City


Entre 2001 e 2004 a Rockstar lançou três jogos da série GTA, começando com GTA III, que revolucionou a série e o mercado de jogos de mundo aberto, e encerrando com San Andreas, que expandiu muito o tamanho do mapa e as coisas a se fazer pelo mapa.

Entre esses dois fica Vice City, que não transforma a série da mesma forma que o III (afinal algo assim nem seria possível) e também não expande as coisas tão fortemente quanto San Andreas, mas que é lembrado com carinho pelos fãs da série e que ainda é o GTA favorito de muitos. E o principal motivo para isso é que ele ultrapassa os outros GTAs num ponto muito importante: a atmosfera!

Afinal, uma boa atmosfera significa que é mais fácil mergulhar no mundo do jogo, então isso é crucial para a diversão. Hoje vamos relembrar um pouco essa parte do jogo!


3 de dezembro de 2018

Grand Theft Auto III


Nossas vidas são pacatas e pacíficas, então jogar vídeo game na maior parte do tempo envolve coisas que nunca faríamos de verdade, como matar monstros para salvar o mundo, espancar punks nos becos da cidade ou pular plataformas flutuantes que desafiam a lei da gravidade.

Claro que também temos a chance de ser mau e simplesmente criar o caos no mundo do jogo. Afinal, como diria o Megamente, "o mal é mais legal".

E qual série melhor que GTA para falar de todas as maldades que já fizemos nos games? A Rockstar aguenta a chatice dos jornais sensacionalistas e das donas de casa revoltadas há mais de 20 anos, então é hora de falar um pouco dessa grande série!

Grand Theft Auto III

Desenvolvedora: DMA Design/Rockstar North

Lançamento: 2001

Plataformas: PlayStation 2, PC e Xbox

20 de novembro de 2018

Fases descartadas de Crash Twinsanity


Conteúdo descartado é um tema que sempre me fascinou, afinal saber que alguns dos nossos jogos favoritos poderiam ter coisas totalmente diferentes mexe com a nossa imaginação. Às vezes o corte é feito por bons motivos, mas muitas vezes é só para atender ao prazo de lançamento, o que deixa tudo meio triste.

E qual jogo melhor que Twinsanity para falar disso? O jogo é um poço sem fundo de conteúdo descartado!

No caso de Twinsanity o motivo foi justamente o prazo apertado. O projeto inicial da equipe - chamado de Crash Bandicoot Evolution - estava sendo desenvolvido quando Ratchet and Clank foi lançado e trouxe uma ideia muito parecida, então eles abandonaram quase que tudo que tinham feito e começaram novamente, com pouco mais de um ano para fazer o jogo.

Crash Bandicoot Evolution era praticamente outro jogo e falaremos dele em outro post. Mesmo o conteúdo descartado de Twinsanity também é enorme, então hoje falaremos das fases inteiras que foram cortadas, com algumas opiniões a respeito de algumas delas!


14 de novembro de 2018

Metal Slug


Geralmente eu começo análises com um pouco de suspense, mas nesse caso já vou falar: Metal Slug é legal pra caramba!

Sério, não vejo motivos para não gostar de um jogo como Metal Slug, ele é basicamente o ápice da diversão arcade!

Mas vamos para a análise completa!

Metal Slug

Desenvolvedora: Nazca Corporation

Lançamento: 1996

Plataformas: Neo-Geo, Neo-Geo CD, PlayStation, Sega Saturn e PC

1 de novembro de 2018

Taz in Escape from Mars


Depois de revirar a Tasmânia em busca de ovos gigantes, Taz volta ao Mega Drive com uma aventura muito maior. Ao invés de ficar limitado a uma ilha ele vai explorar planetas distantes com habitantes hostis, como Marte, o Planeta X e o México.

Espera, o quê?

Pois bem, esse é Taz in Escape From Mars! Vejamos se é melhor que seu antecessor!

Taz in Escape from Mars

Desenvolvedora: Head Games

Lançamento: 1994

Plataformas: Mega Drive

24 de outubro de 2018

Taz-Mania


Quem acha que Crash Bandicoot é o único marsupial que gosta de rodopiar por aí e tem problemas de fala está muito enganado! Taz, o diabo da Tasmânia, já estava na ativa uns 40 anos antes do bandicoot e também chegou antes nos games, estreando no Atari em 1983.

Um péssimo começo, mas essa é outra história.

Na década de 90 Taz estrelou sua própria série e a Sega viu potencial para criar um jogo de plataforma, afinal naquela época TUDO QUE EXISTIA podia virar um platformer!

Então sigam-me os bons e vejamos se é um bom jogo!

Taz-Mania

Desenvolvedora: Recreational Brainware

Lançamento: 1992

Plataformas: Mega Drive

15 de outubro de 2018

Desert Demolition


Os Looney Tunes nunca conseguiram muita fama no mundo dos games, mas como fã dos desenhos eu sempre dei uma chance para eles, afinal entre tantos jogos podem existir coisas boas. E de fato existem: eu já falei aqui de Sheep Dog 'n' Wolf, um jogo baseado nos desenhos do Ralph Wolf que é um dos meus favoritos do PS1.

Então ao descobrir Desert Demolition eu quis jogá-lo imediatamente, afinal é estrelado pelo Coyote, o meu personagem favorito dos desenhos!

Seria ele uma das pérolas entre os jogos Looney Tunes? Pois é o que veremos!

Desert Demolition

Desenvolvedora: Blue Sky Software

Lançamento: 1995

Plataformas: Mega Drive

8 de outubro de 2018

Crash Twinsanity


Cortex é um vilão persistente. Não é como se o Crash fosse honrado como o Batman, que só bate no Coringa e joga ele na cadeia, o bandicoot já queimou o castelo do cara, o derrubou de um dirigível, explodiu sua estação espacial e até o deixou preso como bebê na pré-história! Voltar a dar as caras depois de coisas assim é muita coragem!

Mas como diria o velho deitado, "se não pode vencê-lo, junte-se a eles". Não é como se Cortex fosse fazer isso voluntariamente, mas num certo dia isso foi inevitável: o dia em que fizeram Crash Twinsanity!

Twinsanity foi feito pela Traveller's Tales Oxford, estúdio criado especialmente para reviver a série. Wrath of Cortex não fez o sucesso que a Universal queria e enquanto isso outras séries - como Jak and Daxter - começavam a estourar no PS2, então eles decidiram que a série precisava entrar num novo rumo: OS ESPAÇOS ABERTOS!

Eles começaram um grande projeto, mas nem tudo saiu como o previsto. Ratchet and Clank foi lançado durante o desenvolvimento e tinha uma ideia muito parecida, o que os obrigou a abandonar o conceito original. Depois disso o prazo para o lançamento foi ficando apertado e eles tiveram que correr para terminar o jogo, descartando muito do conteúdo planejado.

Mas o prazo terminou e Twinsanity foi lançado. Seria ele a prova de que a série pode viver sem a Naughty Dog? Pois é o que veremos!!

Crash Twinsanity

Desenvolvedora: Traveller's Tales Oxford

Lançamento: 2004

Plataformas: PlayStation 2 e Xbox

29 de setembro de 2018

Destroy All Humans!


As consequências de uma invasão alienígena seriam bem desastrosas. Imagine só a população aterrorizada, escravizada ou dizimada, os nossos recursos roubados e o nosso belo planeta azul sendo tomado por seres de outro planeta. Um destino cruel sem nenhuma esperança para a humanidade.

Mas por um lado seria bem divertido!

Qual lado seria esse, você pergunta? O lado dos invasores, oras! Criar o caos é sempre divertido!

Destroy All Humans!

Desenvolvedora: Pandemic

Lançamento: 2005

Plataformas: PlayStation 2 e Xbox

21 de setembro de 2018

Crash Bandicoot: The Wrath of Cortex


No PS1 a série Crash Bandicoot conquistou uma legião de fãs e transformou seu personagem principal em um dos ícones dos games, então era óbvio que a série continuaria na nova geração de consoles. E isso prometia muito, afinal Crash já era ótimo no PS1 e a potência dos novos consoles poderia deixar tudo ainda melhor.

O desenvolvimento dessa sequência não foi muito tranquilo, pois o contrato da Naughty Dog havia acabado, o novo estúdio se desentendeu com a Universal e no final um outro estúdio foi escolhido para criar o jogo e lançá-lo no ano seguinte. Então finalmente Wrath of Cortex nasceu. Seria ele a sequência que tanto queríamos?

A resposta curta é "não", mas vamos lá, leia a análise completa.

Crash Bandicoot: the Wrath of Cortex

Desenvolvedora: Traveller's Tales

Lançamento: 2001

Plataformas: PS2, Gamecube e Xbox