28 de fevereiro de 2019

Burnout 3: Takedown


Ah, Burnout 3: Takedown!

Eu já gostava de jogos de corrida no Mega Drive e no PS1, com Road Rash, Ridge Racer e vários outros, mas sem dúvida foi o PS2 que me transformou num grande fã do gênero. Need for Speed veio com tudo trazendo Hot Pursuit 2, os Undergrounds e o Most Wanted, Midnight Club surgiu e se tornou uma grande série e a THQ lançou uma penca de jogos legais de offroad, mas a série que mais me conquistou foi Burnout, principalmente com o 3, meu favorito.

Eu vendi meu PS2 para comprar o PS3 em 2009, nunca tive muita sorte com o PCSX2 e minhas esperanças de um Burnout Collection nunca se tornaram realidade, então ao comprar outro PS2 há algum tempo eu finalmente pude jogar de novo esse grande jogo, depois de quase uma década.

Lá no fundo eu tive medo de que talvez ele não fosse tão divertido como eu lembrava, mas diabos, ele realmente é! Eu provavelmente não ficava tão vidrado em um jogo desde meus tempos de adolescente sem preocupações! Então sigam-me os bons para a análise!

Burnout 3: Takedown

Desenvolvedora: Criterion Games

Lançamento: 2004

Plataformas: PlayStation 2 e Xbox

13 de fevereiro de 2019

Burnout 2: Point of Impact


Como alguém que começou a jogar Burnout no 3, achei o primeiro jogo bem decepcionante. Não é ruim, mas não tem personalidade e isso tira muito da graça que ele poderia ter. Sendo assim eu liguei Burnout 2 pela primeira vez cheio de dúvida: estaria ele mais perto da genialidade do 3 ou mais perto da fórmula básica do 1?

Pois devo dizer que tive uma ótima surpresa, então sigam-me os bons!

Burnout 2: Point of Impact

Desenvolvedora: Criterion Games

Lançamento: 2002

Plataformas: PlayStation 2, Xbox e GameCube

5 de fevereiro de 2019

Burnout


Engraçado como pegamos algumas séries no meio e nunca nos importamos em jogar seus antecessores. Eu sempre considerei Burnout 3 O MELHOR JOGO DE CORRIDA QUE JÁ FIZERAM, mas nunca fui atrás do primeiro ou do segundo jogo para ver como era.

Acho que fiquei com um pé atrás na época porque eles eram publicados pela Acclaim e não pela EA (qualé, a EA era uma empresa bem legal naquela época), mas eles já eram desenvolvidos pela Criterion, então acho que foi um erro não dar uma chance.

Sendo assim é hora de corrigir esse erro! Sigam-me os bons!

Burnout

Desenvolvedora: Criterion Games

Lançamento: 2001

Plataformas: PlayStation 2, Gamecube e Xbox

29 de janeiro de 2019

Spider-Man 2: Enter Electro



Recentemente eu decidi pegar os quadrinhos dos heróis que eu mais gosto e ler desde o começo, começando pelo Homem-Aranha, afinal ele é um dos heróis mais legais de todos. Depois de algumas dezenas de edições lidas e algumas boas surpresas - alguns vilões que eu não gostava, como o Scorpion, têm uma estreia bem legal - eu naturalmente fiquei com vontade de jogar algo do cabeça de teia.

E como já analisamos o primeiro jogo que saiu para o PS1, é hora de ver a sua segunda aventura, o Enter Electro!

Sim, eu poderia comprar o Spider-Man do PS4, mas já comprei Red Dead Redemption 2 há pouco tempo e não vou gastar mais 160 mangos em outro jogo.

E sim, eu parei minha jogatina de RDR2 para zerar Spider-Man do PS1. O blog precisa de análises, ora bolas!

Spider-Man 2: Enter Electro

Desenvolvedora: Vicarious Visions

Lançamento: 2001

Plataformas: PlayStation

3 de janeiro de 2019

Quem jogou lembra: a atmosfera de GTA Vice City


Entre 2001 e 2004 a Rockstar lançou três jogos da série GTA, começando com GTA III, que revolucionou a série e o mercado de jogos de mundo aberto, e encerrando com San Andreas, que expandiu muito o tamanho do mapa e as coisas a se fazer pelo mapa.

Entre esses dois fica Vice City, que não transforma a série da mesma forma que o III (afinal algo assim nem seria possível) e também não expande as coisas tão fortemente quanto San Andreas, mas que é lembrado com carinho pelos fãs da série e que ainda é o GTA favorito de muitos. E o principal motivo para isso é que ele ultrapassa os outros GTAs num ponto muito importante: a atmosfera!

Afinal, uma boa atmosfera significa que é mais fácil mergulhar no mundo do jogo, então isso é crucial para a diversão. Hoje vamos relembrar um pouco essa parte do jogo!


3 de dezembro de 2018

Grand Theft Auto III


Nossas vidas são pacatas e pacíficas, então jogar vídeo game na maior parte do tempo envolve coisas que nunca faríamos de verdade, como matar monstros para salvar o mundo, espancar punks nos becos da cidade ou pular plataformas flutuantes que desafiam a lei da gravidade.

Claro que também temos a chance de ser mau e simplesmente criar o caos no mundo do jogo. Afinal, como diria o Megamente, "o mal é mais legal".

E qual série melhor que GTA para falar de todas as maldades que já fizemos nos games? A Rockstar aguenta a chatice dos jornais sensacionalistas e das donas de casa revoltadas há mais de 20 anos, então é hora de falar um pouco dessa grande série!

Grand Theft Auto III

Desenvolvedora: DMA Design/Rockstar North

Lançamento: 2001

Plataformas: PlayStation 2, PC e Xbox

20 de novembro de 2018

Fases descartadas de Crash Twinsanity


Conteúdo descartado é um tema que sempre me fascinou, afinal saber que alguns dos nossos jogos favoritos poderiam ter coisas totalmente diferentes mexe com a nossa imaginação. Às vezes o corte é feito por bons motivos, mas muitas vezes é só para atender ao prazo de lançamento, o que deixa tudo meio triste.

E qual jogo melhor que Twinsanity para falar disso? O jogo é um poço sem fundo de conteúdo descartado!

No caso de Twinsanity o motivo foi justamente o prazo apertado. O projeto inicial da equipe - chamado de Crash Bandicoot Evolution - estava sendo desenvolvido quando Ratchet and Clank foi lançado e trouxe uma ideia muito parecida, então eles abandonaram quase que tudo que tinham feito e começaram novamente, com pouco mais de um ano para fazer o jogo.

Crash Bandicoot Evolution era praticamente outro jogo e falaremos dele em outro post. Mesmo o conteúdo descartado de Twinsanity também é enorme, então hoje falaremos das fases inteiras que foram cortadas, com algumas opiniões a respeito de algumas delas!


14 de novembro de 2018

Metal Slug


Geralmente eu começo análises com um pouco de suspense, mas nesse caso já vou falar: Metal Slug é legal pra caramba!

Sério, não vejo motivos para não gostar de um jogo como Metal Slug, ele é basicamente o ápice da diversão arcade!

Mas vamos para a análise completa!

Metal Slug

Desenvolvedora: Nazca Corporation

Lançamento: 1996

Plataformas: Neo-Geo, Neo-Geo CD, PlayStation, Sega Saturn e PC

1 de novembro de 2018

Taz in Escape from Mars


Depois de revirar a Tasmânia em busca de ovos gigantes, Taz volta ao Mega Drive com uma aventura muito maior. Ao invés de ficar limitado a uma ilha ele vai explorar planetas distantes com habitantes hostis, como Marte, o Planeta X e o México.

Espera, o quê?

Pois bem, esse é Taz in Escape From Mars! Vejamos se é melhor que seu antecessor!

Taz in Escape from Mars

Desenvolvedora: Head Games

Lançamento: 1994

Plataformas: Mega Drive

24 de outubro de 2018

Taz-Mania


Quem acha que Crash Bandicoot é o único marsupial que gosta de rodopiar por aí e tem problemas de fala está muito enganado! Taz, o diabo da Tasmânia, já estava na ativa uns 40 anos antes do bandicoot e também chegou antes nos games, estreando no Atari em 1983.

Um péssimo começo, mas essa é outra história.

Na década de 90 Taz estrelou sua própria série e a Sega viu potencial para criar um jogo de plataforma, afinal naquela época TUDO QUE EXISTIA podia virar um platformer!

Então sigam-me os bons e vejamos se é um bom jogo!

Taz-Mania

Desenvolvedora: Recreational Brainware

Lançamento: 1992

Plataformas: Mega Drive