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Mostrando postagens com o rótulo Análise

Resistance 2

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Os alienígenas de Resistance: Fall of Man estavam se divertindo bastante na Europa, mas é claro que eles iriam invadir a América mais cedo ou mais tarde, afinal é o destino mais recomendado para uma invasão alienígena. Então é hora de continuar a aventura com o nosso careca pouco simpático Nathan Hale e defender seu país dos alienígenas feiosos! Esse é Resistance 2!   Qualquer fã da série deve te dizer que esse é o jogo mais sem graça da trilogia, mas estou bem feliz por ter terminado, pois agora é hora de jogar Resistance 3, que é o melhor deles! Então sigam-me os bons para a análise! Resistance 2 Desenvolvedora: Insomniac Games Lançamento: 2008 Plataformas: PlayStation 3

Resistance: Fall of Man

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Alienígenas nunca viraram febre dentro dos games, como os zumbis ou mesmo os ninjas, mas sempre estiveram presentes, o que é até melhor. Seja atirando nos Space Invaders, socando aliens em Alien Storm ou fazendo coisas pouco cristãs com garotas alienígenas azuis em Mass Effect, vida extraterrestre sempre esteve nas nossas telas. Resistance é outra série voltada especificamente para combater os alienígenas que querem dominar o nosso planeta azul. E apesar de parecer uma premissa simples de invasão a princípio, certos aspectos sempre me chamaram atenção na série, então vejamos o que achei do primeiro jogo! Resistance: Fall of Man Desenvolvedora: Insomniac Games Lançamento: 2007 Plataformas: PlayStation 3

Twisted Metal 2

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Motoristas psicopatas matando uns aos outros com poderes saídos do Mario Kart! Ora bolas, mas que ideia! O primeiro Twisted Metal pode ter envelhecido mal, mas trouxe um conceito cheio de potencial, um estilo bacana e fez bastante sucesso no seu lançamento, então é claro que a Sony encomendou uma sequência! Twisted Metal 2 saiu no ano seguinte, mudou algumas coisas da fórmula original e deu proporções maiores ao torneio. Então vejamos qual foi o resultado! Twisted Metal 2 Desenvolvedora: Single Trac Lançamento: 1996 Plataformas: PlayStation e PC

BioShock

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Fases aquáticas têm uma longa reputação de serem chatas e ruins de se jogar, mas existe outra característica desses cenários que nem sempre é lembrada: eles podem ser assustadores! A vulnerabilidade do personagem, que se move mais lentamente enquanto o inimigo provavelmente está se sentindo em casa, a falta de iluminação quando mergulhamos muito fundo e até mesmo a necessidade de voltar para a superfície para respirar, são ingredientes bem capazes de causar um certo desespero. Dá para lembrar desde a música de afogamento do Sonic e a enguia gigante do Super Mario 64 até o tubarão de Tomb Raider 2 e o colosso Hydrus de Shadow of the Colossus. BioShock é outro jogo que consegue extrair um tom bem sinistro do seu cenário submarino, com a diferença de que basicamente todo o jogo se passa debaixo d'água e o tom sinistro nos persegue a todo momento! E olha que a única parte em que o protagonista precisa nadar ou se preocupar com oxigênio é na introdução! BioShock Desenvolvedora: 2K ...

Twisted Metal

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Twisted Metal é uma série bacana. Juntar um monte de carros insanos e colocá-los num combate mortal tem algo de genuinamente divertido, quase como uma criança juntando seus carrinhos e batendo uns nos outros loucamente e sem motivo. Com a diferença que uma criança não imaginaria os pilotos como serial killers, mercenários e seres do submundo, mas isso não vem ao caso agora. Na infância eu jogava Twisted Metal 3, que é considerado um dos piores da série, e já achava bem divertido, mas com o passar do tempo fui pegando as outras edições, então hoje é dia de começar a analisar essa série pelo original, lançado lá em 1995 para o PS1. Sabemos que o conceito é divertido demais, mas será que ele envelheceu bem no resto? Pois venham comigo e veremos! Twisted Metal Desenvolvedora: SingleTrac Lançamento: 1995 Plataformas: PlayStation e PC

Gravity Rush

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Enquanto jogava InFamous fiquei com vontade de jogar outro exclusivo PlayStation onde controlamos um personagem com super-poderes e temos formas bem peculiares de locomoção pela cidade: Gravity Rush, a pérola do PS Vita que depois foi lançada no PS4 porque até a Sony perdeu as esperanças no portátil. Eu o joguei pela primeira vez há vários anos no Vita, mas vou analisar a versão PS4 simplesmente por não ter mais o portátil. Mas pelas minhas memórias a experiência foi basicamente a mesma, caso você tenha um PS Vita e ainda não tenha jogado. Apesar que isso me leva a perguntar o que diabos você tem jogado no Vita. Oras, você desbloqueou e está rodando emuladores de SNES e Mega Drive? ... Ok, acho que esse é um bom uso para o console. Raios, agora me arrependo de ter vendido o meu! Gravity Rush Desenvolvedora: Japan Studios Lançamento: 2012 Plataformas: PlayStation Vita e PlayStation 4

InFamous 2

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Ao jogar o primeiro InFamous percebi que ele não era exatamente como eu lembrava das minhas primeiras jogatinas, lá em 2010 quando meu PS3 era novo. Ainda é um bom jogo, não entendam mal, mas o ritmo parece bem mais lento. Poderia ser porque na época ainda não existiam tantos jogos com modos elaborados de locomoção por um mundo aberto, certo? Acredito que sim, mas além disso temos o fator INFAMOUS 2 É MUITO MELHOR! Ele saiu só dois anos depois do original, mas tem muitas melhorias e não foi afetado pelo passar do tempo da mesma forma, diria que continua tão divertido hoje como era em 2011! Então venham comigo para a análise! InFamous 2 Desenvolvedora: Sucker Punch Lançamento: 2011 Plataformas: PlayStation 3

Super Mario 64

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Quando era criança não me importava com a série Mario. Meu primeiro console foi um Mega Drive, mas não era só isso, pois meu primo tinha um SNES e eu frequentemente ia na casa dele, mas sempre jogávamos Donkey Kong e pra falar a verdade não me lembro de nenhuma vez que jogamos outra coisa por muito tempo. Um grande desperdício do console, devo dizer, por mais que a série DKC seja ótima! Na geração seguinte eu fui para o PS1, assim como TODO MUNDO QUE EU CONHECIA. Nunca vi alguém que tinha um Nintendo 64 e, dessa forma, só voltei a ter contato com a série Mario anos depois, pelos emuladores. Mas aí é claro que percebi meu grande erro! Afinal não é a toa que Mario é basicamente a série mais icônica dos games! Então vejamos como está o primeiro Mario 3D depois de mais de 20 anos e se ele tem algum defeito além da mania da Nintendo de enfiar o nome do console no título do jogo! Digo, é um jeito meio preguiçoso de nomear um jogo, certo? Pelo menos os "Super" do SNES soavam b...

InFamous

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Já tivemos um bocado de jogos baseados em super-heróis dos quadrinhos desde o começo da indústria de games, mas sabe o que quase não temos? Super-heróis originais! A gente salva o mundo dezenas de vezes, seja com um ouriço super veloz ou com um ninja chinês criogênico, mas quase nunca vemos jogos que adotam o estilo característico das histórias de super-heróis para um personagem criado totalmente do zero. Então foi interessante ver quando a Sucker Punch (criadora da adorável série Sly Cooper) decidiu que sua próxima IP seria de um maluco pulando pelos telhados de uma cidade, soltando faísca pelas mãos e batendo em bandidos. Só faltou uma roupa apertadinha, mas sem dúvida essa foi uma boa decisão! Particularmente, InFamous foi uma das séries que era muito fã durante o PS3 e Second Son foi o título que me fez comprar o PS4, mas depois de ir para o segundo jogo fiquei muito tempo sem me importar em voltar ao primeiro, então é hora de ver como ele está depois de mais de 10 anos...

Streets of Rage 4

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Como um fã de jogos antigos, é normal olhar para certos jogos e séries, considerá-los uma relíquia perdida no passado e que não existe a menor chance de ver um retorno. Streets of Rage era esse tipo de série para mim, então foi com uma surpresa gigantesca que eu ouvi o anúncio do quarto jogo (que aconteceu bem no meu aniversário, por coincidência!). Ora diabos, uma continuação depois de ficar abandonada por mais de 20 anos! Parece que a Sega finalmente recuperou o juízo! Fiquei na expectativa, joguei a trilogia original um pouco mais enquanto esperava e agora o jogo finalmente está entre nós, então é hora de analisar esse grande retorno! Streets of Rage 4 Desenvolvedora: Lizardcube / Guard Crush Lançamento: 2020 Plataformas: PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC

Mortal Kombat II

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O primeiro Mortal Kombat era um jogo bacana, mas talvez ele não ganharia tanta atenção ou popularidade se não fosse a extrema violência, que era incomum para os padrões de 1992, e os sprites digitalizados, que transformavam essa violência em algo ainda mais chocante. Ora bolas, ele foi um dos responsáveis pela criação do ESRB! Mas eventualmente mais jogos violentos surgiriam por aí, então a série precisava evoluir se não quisesse ser esquecida logo. E felizmente foi o que Mortal Kombat II fez! O primeiro já tinha várias das características mais marcantes da série, mas é em MK2 que tudo se junta daquele jeito familiar que lembramos com mais carinho, então é hora de relembrar esse jogo! Mortal Kombat II Desenvolvedora: Midway Lançamento: 1993 Plataformas: Arcades, Super Nintendo, Game Boy, Sega Saturn, Sega 32X, Mega Drive, Game Gear, Master System, PlayStation, PC e Amiga

Bare Knuckle III

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Já analisei Streets of Rage 1 e 2, então é hora de analisar... Bare Knuckle III? Para quem não sabe, Bare Knuckle é o nome japonês da série Streets of Rage. No primeiro e no segundo jogo não é como se isso importasse muito, mas no terceiro já faz uma diferença mais considerável, pois a Sega da América pegou o jogo original e decidiu mexer na dificuldade, nos gráficos, na história e em diversos detalhes antes de lançar o jogo no ocidente. Praticamente todas as mudanças eram desnecessárias e estragaram parte do trabalho feito pela equipe japonesa, então nada mais justo que analisar o jogo original! Vejamos se a versão japonesa é um sucessor digno do sensacional Streets of Rage 2! Bare Knuckle III Desenvolvedora: Sega Lançamento: 1994 Plataformas: Mega Drive

Mortal Kombat

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A década de 90 foi um momento mágico para jogos de luta, afinal depois de Street Fighter 2 todos perceberam como o gênero era uma mina de ouro e tentaram com todas as forças criar seus próprios sucessos de pancadaria bidimensional. Alguns conseguiram, como a SNK com The King of Fighters, enquanto outros fracassaram, como a Sega com Eternal Champions, mas nenhum se deu tão bem quanto a Midway com Mortal Kombat. Um bom motivo para isso é que eles tiveram uma visão totalmente diferente do gênero, não ligando muito para certos aspectos mas ao mesmo tempo fazendo certas coisas que outras séries não tinham culhões para arriscar. Assim a série foi ganhando jogos e se tornou uma das mais populares e rentáveis séries de luta de todos os tempos. Mas isso não significa necessariamente que o primeiro jogo seja uma obra-prima, afinal até mesmo Street Fighter teve um começo humilde, então é hora de relembrar as origens da série! Mortal Kombat Desenvolvedora: Midway Lançamento: 199...

Aladdin (Mega Drive)

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A Disney certamente estava inspirada para lançar jogos na década de 90. Mickey e Donald estrelaram aventuras até que a gente enjoasse e todo filme novo lançado recebia sua versão jogável mais cedo ou mais tarde. Claro que nem todos eram bons jogos, mas considerando que alguns eram bons o bastante para se tornarem clássicos dá para dizer que saímos no lucro. O Aladdin do Mega Drive é um dos mais lembrados desse período (diabos, ele é o terceiro jogo mais vendido do console, perdendo só para os Sonics!), então vamos ver se essa aventura com um belo luar e orgias demais é realmente digna de tal reconhecimento! Aladdin Desenvolvedora: Virgin Lançamento: 1992 Plataformas: Mega Drive

Streets of Rage 2

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No começo da vida do Mega Drive, a Sega tinha Altered Beast e Golden Axe como seus principais beat 'em ups e tudo estava tranquilo, mas então a Capcom veio com Final Fight, o beat 'em up que deixou todos os outros no chinelo e definiu o novo padrão a ser seguido no gênero. E a Capcom não lançou Final Fight no Mega Drive, apenas nos fliperamas... E NO SUPER NINTENDO! OH, O CAOS! A dona Sega claramente precisava fazer algo, e então recebemos o clássico Streets of Rage, um jogo bem divertido, que saía na vantagem em vários pontos quando comparado com o port do FF no SNES e que deixou a garotada bem feliz com seus Mega Drives. A Sega certamente também estava feliz com a grana, então encomendou uma continuação e assim fomos agraciados com Streets of Rage 2 no ano seguinte. Muita coisa mudou de um título para o outro, então vejamos qual foi o resultado! Streets of Rage 2 Desenvolvedora: Sega Lançamento: 1992 Plataformas: Mega Drive

Sly 2: Band of Thieves

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Eu me considero um fã da série Sly Cooper. Comecei a jogar com Sly 2, eventualmente peguei Sly 1 e 3 na Collection, esperei Thieves in Time sair, comprei no lançamento, platinei no PS3 e no Vita e estou até hoje esperando a Sony ter vergonha na cara e lançar um Sly 5 para concluir a história que a Sanzaru deixou inacabada. Ora diabos, terminar um jogo num cliffhanger sem ter certeza que vai existir uma sequência deveria ser proibido! Mas estamos divagando. A questão é que, por mais que eu seja fã da série toda, acredito que seria bem diferente se não fosse a existência de Sly 2. Não só por ser o jogo que me fez conhecer a franquia, mas também porque ele é de longe meu favorito. Tenho certos problemas com Sly 3 e Thieves in Time e o primeiro jogo é bem divertido, mas não do tipo que me deixaria obcecado. Sly 2, por outro lado, está muito acima disso e, mesmo vendo alguns defeitos, é um jogo que continua me divertindo depois de tantos anos. E mais uma vez eu já falei minha op...

Sonic the Hedgehog

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Analisar clássicos bem populares é sempre um desafio. Vejam Sonic, por exemplo: todo mundo conhece e sabe que é incrível, o que mais há para ser dito? Mas a verdade é que muitas vezes não pensamos muito no que faz esses jogos serem tão adorados e lembrados até hoje. Os primeiros jogos do Sonic eram extremamente impressionantes para sua época e é fácil deixar esses fatores passarem despercebidos quando jogamos décadas depois. E eu também não gosto de começar analisando jogos no meio de uma série, então se eu quiser falar das aventuras mais novas do ouriço tenho que começar daqui! Dessa forma sigam-me os bons para essa análise puxa-saco e vejamos o que faz Sonic ser tão sensacional! Sonic the Hedgehog Desenvolvedora: Sonic Team Lançamento: 1991 Plataformas: Mega Drive

MotorStorm Apocalypse

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Com três jogos nas costas, MotorStorm já tinha enfrentado um deserto, uma ilha tropical e as montanhas geladas do Alasca. Para um novo festival era necessário um novo ambiente e talvez fosse difícil pensar numa opção nova e bem diferente das anteriores, mas acho que ninguém imaginou o que realmente viria a seguir: a Evolution decidiu chutar o balde e colocou sua série de off-road numa cidade! Uma decisão arriscada, devo dizer. Mas vejamos como eles se saíram! MotorStorm Apocalypse Desenvolvedora: Evolution Studios Lançamento: 2011 Plataformas: PlayStation3

MotorStorm: Arctic Edge

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Depois de um festival no deserto e outro numa ilha tropical, um motorstormer parou e pensou "estou cheio de correr nesse calor, queria ir para um lugar menos quente!" e seu desejo foi atendido, pois a terceira edição do campeonato MotorStorm escolheu um dos locais menos quentes do planeta, o Alasca! Talvez eles exageraram um pouco, mas não vem ao caso! Arctic Edge provavelmente é o menos conhecido da série, afinal foi lançado para PSP e PS2 enquanto os fãs da série estavam no PS3, mas isso não significa que é ruim, certo? Pois é o que veremos! MotorStorm: Arctic Edge Desenvolvedora: Bigbig Studios Lançamento: 2009 Plataformas: PSP e PlayStation 2

Burnout Paradise

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Quando comprei meu PS3, lá em 2009, o primeiro jogo que peguei foi Call of Juarez: Bound in Blood. Um jogo bem legal, devo dizer, mas com uma história linear e poucos objetivos secundários foi inevitável que em uma semana eu já não tivesse mais o que fazer com ele. O que eu precisava era de um jogo grande, com muita coisa para se fazer, como um jogo de mundo aberto! E convenientemente minha série de corrida favorita do PS2 tinha justamente se tornado mundo aberto no PS3, então Burnout Paradise era a escolha perfeita! Na época eu adorei o jogo, joguei insanamente e fiz todo tipo de coisa que existia para se fazer dentro dele, então vejamos se ele continua tão empolgante mais de uma década depois! Burnout Paradise Desenvolvedora: Criterion Games Lançamento: 2008 Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360 e PC